Artistas plásticos levam riqueza do bioma para suas obras

Artistas plásticos levam riqueza do bioma para suas obras

Artistas plásticos levam riqueza do bioma para suas obras


Inspirados no sertão nordestino, artistas plásticos baianos levam riqueza do bioma para suas obras

Artistas plásticos levam riqueza do bioma para suas obras

om bioma único no mundo, a caatinga do nordeste brasileiro é fonte de inspiração para o olhar de muitos artistas. Na cidade de Juazeiro, dois deles transformam a paixão pelas luzes e cores do norte da Bahia em peças de artes como telas, canecas, camisetas e retratos.
Quem chega à casa do artista plástico e pintor Marlus Daniel é recebido com seu trabalho. A sala é praticamente uma galeria. Telas e objetos coloridos confeccionados por ele mesmo estão por todos os lados.


Artistas plásticos levam riqueza do bioma para suas obras

 
Nas pinturas de Marlus, muita representação do Rio São Francisco, tema de sua primeira exposição. A referência indica que, naquele local, vive um artista que nasceu e cresceu às margens dessas águas.
“Nasci e me criei numa cidade ribeirinha. Fui acolhido em Juazeiro, outra cidade ribeirinha, e hoje me considero juazeirense. Minha casa inteira é um ateliê”, conta ele.
Marlus reproduz, em suas telas, imagens do sertão há cerca de 20 anos. No trabalho do artista, a caatinga está sempre presente de um jeito peculiar, como forma de mostrar às pessoas a riqueza de um bioma inspirador.


Artistas plásticos levam riqueza do bioma para suas obras
 
“É o orgulho de ser nordestino e valorizar nossa terra. A caatinga, o sertão, é tudo muitolindo. Quando você para pra ter um olhar artístico, você vê muitas belezas que em nenhum outro bioma existe”, pondera.


Inspirados no sertão artistas plásticos evam riqueza do bioma para suas obras

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Além das telas, ele também faz outros objetos de decoração, como luminárias, canecas e itens de moda, como bolsas e camisas personalizadas. Nas peças, a cultura sertaneja aparece estampada em cores e desenhos, para quem quiser vestir a arte.

 

Outro artista que não tem dificuldades para retratar o universo sertanejo é o Lulinha. Em meio às tintas de grafite, nas mãos dele surgem paisagens de uma caatinga cheia de vida e cores.

“Eu não penso numa imagem do Nordeste como uma imagem seca, feia. A gente tem o verde, tem os animais, tem o colorido”, avalia.
No caso dele, tudo começou na escola. Como se destacava nas atividades artísticas, Lulinha passou a investir profissionalmente nas suas obras. Hoje faz murais, painéis decorativos, retratos de pessoas e tudo que a criatividade permitir.
Se a caatinga é plural, as atividades que ele realiza também são. “Trabalho com madeira, trabalho com desenho, trabalho com grafitagem, monto cenário, instalação, faço estandarte, faço bandeira. Faço de tudo um pouco”, conta.
E, para ele, as obras de arte só fazem sentido quando podem ser apreciadas pelo público. “O que eu mais gosto de ver é quando as pessoas enchem os olhos, com aquele brilho, de ‘nossa, eu não achava que ia ficar assim, mas você conseguiu me tocar’, orgulha-se.

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